Arquivos

Votação
 Dê uma nota para meu blog

Outros links
 PUERIL - TODOS OS ARQUIVOS
 BOL - E-mail grátis
 UOL - O melhor conteúdo
 Ivam Cabral
 Laerte Késsimos
 Audrey Furlanetto
  Ivana Arruda Leite
 Rodolfo García Vazquez
 Os Satyros
 Roberto Moreno
 Alberto Guzik
 Mário Bortolotto
 Fernanda D'Umbra
 Madame Voilà
 Sergio Roveri
 Márcia Carvalhaes
 Carol
 Erika Riedel
 Rui Germano
 Phedra D. Córdoba
 Teatro Para Alguem
 Maria Clara
 Jarbas Capusso Filho
 Chacal
 César Ribeiro
 Ana Rüsche
 http://www.ydeal.com.br/
 Diniz
 Paulo Vereda
 Marcelo Ariel
 Dyl Pires
 Revista Bacante
 adote um gatinho
 Ruy Filho
 Santiago Nazarian
 Fransérgio Araújo
 Carolina Angrisani
 Tom Zé
 Sérgio Sálvia Coelho
 Cacilda
 Peu Ramos
 Isabella
 Otávio Martins
 Blog dos Parlapatões
 Liniers
 Domingos Oliveira
 Kity
 Martha Nowill
 Caderno Teatral
 Mário Viana
 Viva Mulher
 Hipopótamo Zeno
 Pensando pra Esquerda
 Átila Oliveira




Pueril
 


estreia amanhã na tv cultura

NO PORTAL ONNE/CESAR GIOBBI: OS SATYROS NA CULTURA


Haroldo Ferrari como Esperantino, protagonista da minissérie em quatro capítulos Além do Horizonte

A nova minissérie Além do Horizonte, do programa Direções, da TV Cultura, tem na direção
Rodolfo García Vázquez e Ivam Cabral nos créditos do roteiro da obra. Ambos são os fundadores e
mentores do grupo teatral Os Satyros, com sede na Praça Roosevelt, centro de São Paulo. No
elenco do programa, que tem estreia marcada para este domingo (dia 10), às 22h, estão Bárbara
Bruno
e estrelas da companhia Os Satyros, como Cléo De Páris, Phedra de Córdoba, Fábio
Penna, Haroldo Ferrari, Lavínia Pannunzio, Beto Bellini, Irene Stefânia, Silvanah Santos,
Brígida Menegatti, Germano Pereira, Gustavo Ferreira, Julia Brobow, Danilo Grangheia,
Andressa Cabral, Bete Dorgam
, entre outros. Com quatro capítulos, a série narra a história de uma
cidade provinciana chamada Pérola do Norte, que está prestes a passar por uma destruição maciça.
Tudo começa quando Esperantino, fruto do amor entre uma prostituta chamada Recoletta e o padre
local, volta para sua cidade natal. Diz a lenda de Pérola do Norte que seus pais, o padre e a prostituta,
foram pegos fazendo sexo no altar-mor da igreja em plena luz do dia. Na época, o acontecido causou
revolta na sociedade e o casal foi apedrejado em praça pública.



Escrito por Cléo De Páris às 16h01
[] [envie esta mensagem
] []





NO ESTADÃO DE HOJE

Satyros encenam Liz fora de casa

Espetáculo estreou em Cuba, onde foi premiado, e agora inicia carreira no Sesc e não na sede do
grupo na Roosevelt

Beth Néspoli

Toda a ação da peça Liz, do cubano Reinaldo Montero, se passa na Inglaterra de Elizabeth I (1533
-
1603), soberana que enfrentou fortes pressões externas e internas para se manter no poder,
perseguiu e matou rivais, mas foi também estadista de grande envergadura e transformou a
Inglaterra numa nação potente. Não deixou sucessores e a dinastia dos Tudor acabou com ela.

Numa mistura bem urdida de ficção e realidade, essa rainha, seus conselheiros, cortesãos e os
artistas de sua época são personagens dessa peça que estreia hoje no Sesc da Avenida Paulista na
encenação do grupo Satyros.

Além da soberana, a Liz do título, vivida por Cléo De Páris, estão em cena o poeta Christopher
Marlowe (Ivam Cabral), Shakespeare (Tiago Leal), o conselheiro Burghley (Fábio Penna) e sir Walter
Raleigh (Germano Pereira), um explorador que viajou pelas Américas, entre outros personagens
históricos. Há ainda uma dupla importante: homem definido pelo autor como assassino humanista
(Alberto Guzik) e outro, o "assassino e só" (Chico Ribas). E dois narradores onipresentes
interpretados por Silvanah Santos e Phedra D. Córdoba.

"Deus onisciente, tens certeza de que os justos herdarão teu reino?", pergunta Marlowe num trecho
da peça, cujo autor claramente lança mão do recurso de voltar no tempo para retratar inquietações e
questões de Cuba nos dias de hoje. Se todo o sentido da peça girasse em torno da ilha de Fidel ainda
assim teria interesse, porém restrito. "As possibilidades de leitura vão muito além", garante o
diretor Rodolfo Garcia Vásquez. "O autor parte de pesquisa histórica para criar um panorama
bastante abrangente da relação entre artista e poder."

Ele conta que, de início, o texto pareceu difícil pela presença dos personagens históricos. "Na
primeira leitura, tudo soava distante por conta das referências históricas, todas inglesas, mas aos
poucos começamos, nós todos dos Satyros, a nos ver em cada linha." Vásquez assina a direção da
montagem que estreou em Cuba, ano passado, e lá recebeu o prêmio de melhor espetáculo de 2008.

Embora toda a ação se passe na Inglaterra e boa parte dela no palácio, cenografia e figurinos
coloridos, quase tudo feito em retalhos, remetem à simplicidade colorida das festas populares. Na
mesma linha, seguem as interpretações, em tom coloquial, sem pompa. "Somos um grupo de teatro
brasileiro falando desse conflito entre artista e poder público, que padece das precariedades dessa
relação. Optamos por uma atmosfera de salsa para falar disso.

Não por acaso, os Satyros, protagonistas na chamada revitalização da Praça Roosevelt, estreiam fora
de sua casa. Essa praça, já considerada uma das zonas mais perigosas da cidade, revalorizou-se a
partir do movimento de espectadores em torno dos pequenos teatros ali instalados. Mas o
reconhecimento da participação dos Satyros nesse movimento parece não trazer benefícios. "Estamos
sem qualquer patrocínio, público ou privado, há mais de um ano", diz Vázquez. Na peça existe a
Escola da Noite, um ?antro? onde os poetas são ateus e, portanto, subversivos, uma vez que o poder
da rainha é divino. Qualquer semelhança...

Serviço
Liz. 80 min. 14 anos. Sesc Avenida Paulista. Espaço 3º andar (50 lug.). Avenida Paulista, 119,
tel. 3179-3700. 6.ª a dom., às 21h30. R$ 20. Até 31/5

Fonte:
O Estado de S. Paulo, 9 de maio de 2009.



Escrito por Cléo De Páris às 14h46
[] [envie esta mensagem
] []





NA FOLHA: Os Satyros levam Elizabeth 1ª a peça "hippie-psicodélica"

Rainha da Inglaterra é protagonista de "Liz", que o grupo paulistano estreia hoje, em
comemoração a seus 20 anos

Tom sombrio de texto do cubano Reinaldo Montero se contrapõe a colorido dos figurinos; "É
um comentário irônico", afirma o diretor

LUCAS NEVES
DA REPORTAGEM LOCAL

A solitária rainha rege com mão de ferro uma ilha em que não falta quem a veja como uma bastarda
não digna de poder -mas onde também sobram galanteadores ávidos por um assento no trono. A certa
altura, é informada da existência de uma confraria, a Escola da Noite, em que se profana Deus. A
reação de Elizabeth 1ª ao episódio é o estopim de "Liz", peça que faz parte da comemoração de 20
anos do grupo Os Satyros e que estreia hoje.

Lenise Pinheiro/Folha Imagem
Atores Fábio Penna e Cléo De Páris (à dir.) em cena de
Atores Fábio Penna e Cléo De Páris (à dir.)
em cena de "Liz", do grupo teatral Satyros

No texto do cubano Reinaldo Montero, personagens históricos como Maria Stuart (a arquirrival de
Elizabeth), Catarina Parr (última mulher de Henrique 8º, pai da rainha) e o rei espanhol Felipe 2º
(pretendente de Elizabeth) visitam os aposentos reais em lembranças de Sua Majestade. Enquanto
isso, ela decide o que fazer com os hereges do antro recém-descoberto -do qual participa o escritor
Christopher Marlowe.

Para o diretor, Rodolfo García Vázquez, 47, a rainha é em muitos momentos "vítima do próprio poder,
sofre uma série de pressões diante das quais não resta opção além de tomar certas atitudes". Por
isso, diz, "ela não é exatamente autoritária". A humanização da rainha da ilha britânica não é uma
defesa indireta de um certo "rei" de Cuba, ilha natal do autor?

"Acho que não. Porque ele também a coloca fazendo opções vis, para se manter no poder. O texto é
interessante por isso: não se diz a favor ou contra Fidel [Castro]", julga o diretor. Em cena, ele faz
"uma grande aventura estética hippie-psicodélica", com um figurino de calças boca-de-sino, estampas
floridas, franjas e veludos. "É um comentário irônico. O que se vê é uma peça extremamente sombria,
em que os jogos de poder são fatais. É o fim de um governo, de uma ilha, o começo de algo que não
se sabe o que vai ser. Mas tudo envolto em uma capa otimista", diz Vázquez.

LIZ
Quando:
estreia hoje, às 21h30; sex. a dom., às 21h30; até 31/5
Onde: no Sesc Avenida Paulista (av. Paulista, 119, tel. 0/xx/11/3179-3700)
Quanto: de R$ 5 a R$ 20
Classificação: não indicado a menores de 14 anos

Fonte: Folha de S. Paulo, 8 de maio de 2009.



Escrito por Cléo De Páris às 15h17
[] [envie esta mensagem
] []





HOJE!

 



Escrito por Cléo De Páris às 12h53
[] [envie esta mensagem
] []





estreia 08 de maio. sesc paulista.



Escrito por Cléo De Páris às 13h52
[] [envie esta mensagem
] []



 
  [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]